Quero o ar, a luz, a água, mas não vivo sem a fumaça, sem a escuridão e, ultimamente, sem o álcool.
Meus belos companheiros.
Tudo não tem sentido e é tudo aleatório.
Todos tão sãos e tão estúpidos.
Me sinto paralisado.
Meus membros mal tocam o chão, mal se mexem, mal tem vida.
Tudo vai por impulso, como se fosse eletrocutado.
Os dias parecem curtos, a vida também.
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